A tecnologia é dominada por aqueles que gerem o que não entendem.

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6 de abril de 2015

Server Message Block


Pessoal, durante o estudo de preparação para exame Riverbed 101-01 WAN Optimazation me deparei-me com este assunto e achei melhor partilhar com os leitores do meu blog
Server Message Block ( SMB ), que também era conhecido como Common Internet File System ( CIF ), funciona como uma aplicação de camada de protocolo de rede usado principalmente para fornecer acesso a partilha de arquivos , impressoras , portas seriais e comunicações diversas entre nós de uma rede. Também fornece uma autenticado comunicação entre processos mecanismo. A maior utilização de SMB envolve computadores que executam o Microsoft Windows , onde era conhecido como "Windows Microsoft Network" antes da introdução subsequente do Active Directory . Correspondente serviços do Windows são LAN Manager Server (para o componente de servidor) e LAN Manager Workstation (para o componente cliente).

Características

SMB pode ser executado em camadas de rede de várias maneiras:
Diretamente sobre TCP , porta 445;
Através do NetBIOS API, que por sua vez pode ser executado em vários transportes :
Em UDP portas 137, 138 e as portas TCP 137, 139 ( NetBIOS sobre TCP / IP );

Em vários protocolos legados, como NBF (NetBEUI).

Como funciona o SMB

O protocolo SMB/CIFS funciona enviando pacotes de uma máquina para outra, sendo
que cada pacote contém algum tipo de requisição, como abrir, ler ou fechar um arquivo.
A máquina que recebeu a requisição verifica, então, se a mesma é válida (se o arquivo
existe, se a máquina que fez a solicitação tem permissão para isso, etc.) e se estiver
tudo correto, executa a requisição e retorna um pacote para a máquina original.
Apesar da principal proposta do protocolo SMB/CIFS ser o compartilhamento de arquivos,
há outras funções associadas a ele. É possível compartilhar impressoras, definir
níveis de segurança e autenticação, etc.
Para o intuito dessa apresentação, veremos apenas o básico do protocolo SMB/CIFS,
sem entrar em detalhes mais técnicos. Todas essas funções de compartilhamento e
segurança podem ser realizadas através do Samba, como veremos mais adiante.

Versões 

SMB 2.0
SMB 2.1
SMB 3.0
SMB 3,02

1 de abril de 2015

Remote Authentication Dial In User Service (RADIUS)

Remote Authentication Dial In User Service (RADIUS) é um protocolo de rede que provê de forma centralizada autenticação, autorização e contabilização(Accounting em inglês) no processo de gerenciar computadores que estarão se conectando e usando um determinado serviço de rede. O protocolo RADIUS foi desenvolvido pela Livingston Enterprises, Inc., em 1991 para acesso a servidores de autenticação e protocolos de contabilização, sendo mais tarde introduzido como padrão do Internet Engineering Task Force (IETF).




Por causa do amplo apoio e da forte presença do protocolo RADIUS, ele é muito usado por ISP's nas empresas no gerenciamento de acesso a internet ou intranet, e também é integrado a serviços de e-mail. Algumas dessas redes podem incorporar o protocolo em suas implementações. Como por exemplo modens, DSL, ponto de acesso wireless, VPN's, servidores WEB e etc. 

RADIUS é um protocolo do tipo cliente/servidor que roda como um protocolo da camada de aplicação, usa como apoio o protocolo de transferência UDP. Tanto Servidores de Acesso Remoto(RAS), como servidores de Redes Virtuais Privadas(VPNs) e Servidores de Acesso a Rede(NAS), e todos os gateways que controlam o acesso a rede possuem um componente cliente do protocolo RADIUS que se comunica com o servidor RADIUS. Este servidor normalmente é um processo de background rodando no UNIX ou Microsoft Windows server.

O servidor RADIUS possui três funções básicas:

autenticação de usuários ou dispositivos antes da concessão de acesso a rede.
autorização de outros usuários ou dispositivos a usar determinados serviços providos pela rede.
para informar sobre o uso de outros serviços.


O protocolo RADIUS é resumidamente, um serviço baseado em UDP de pergunta e resposta. As requisições e respostas seguem uma padrão de tabelas (variável=valor).

A variável não possui um nome e sim um número. A relação entre este número e seu nome é obtida através de dicionários. Exemplo de dicionário padrão:

ATTRIBUTE       User-Name               1       string
ATTRIBUTE       Password                2       string
ATTRIBUTE       CHAP-Password           3       string
ATTRIBUTE       NAS-IP-Address          4       ipaddr
ATTRIBUTE       NAS-Port-Id             5       integer
ATTRIBUTE       Service-Type            6       integer
ATTRIBUTE       Framed-Protocol         7       integer
ATTRIBUTE       Framed-IP-Address       8       ipaddr
ATTRIBUTE       Framed-IP-Netmask       9       ipaddr

O valor tem um tipo definido no dicionário, e os tipos comuns são: string, inteiro (numero), octeto ou ipaddr (endereço IP: 4 bytes) e tipo estendido (usado para transportar parâmetros personalizados de fabricantes de equipamentos).

O RADIUS tem uma porta para autenticação (UDP 1645 ou UDP 1812) e outra para contabilidade (UDP 1646 ou UDP 1813).

Numa rede que usa RADIUS, há funções distintas para os equipamentos:

Cliente: é o host que deseja usufruir de um recurso da rede, como por exemplo, uma estação que deseja se associar a um Access Point.

NAS (Network Autentication Server): é o host que recebe uma solicitação do cliente (o Access Point por exemplo) e autentica esse pedido no servidor RADIUS.

Servidor RADIUS: é o host que validará o pedido do NAS. A resposta do pedido de autenticação pode ser positiva (Access-Accept) acompanhada da tabela de parâmetros de resposta ou negativa (Access-Reject) sem nenhum parâmetro.

Nas respostas positivas (Access-Accept) os parâmetros de resposta são usados para orientar o NAS de como tratar o cliente.
Numa rede wireless, nos parâmetros podem constar por exemplo, o tempo máximo de conexão permitida, ou a chave de criptografia que deverá ser usada no canal de comunicação entre o cliente e o NAS.

O serviço RADIUS é amplamente usado em provedores de acesso a internet. No Brasil por exemplo, a Oi (empresa de telecomunicações) usa RADIUS no seu produto ADSL chamado Velox. No sistema Velox, o cliente inicia um pedido de conexão via protocolo PPPoE, um roteador Cisco série 7000 atende o pedido e envia o nome de usuário e senha para o servidor RADIUS (localizado num datacenter no Rio de Janeiro), o RADIUS por sua vez confere as credênciais em seu banco de dados e retorna para o roteador se o cliente pode se conectar ou não. Se a resposta for positiva, o cliente receberá um IP público e poderá navegar, caso a resposta seja negativa, o acesso é negado.